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DES-VESTIR

O livro Des-vestir almeja construir novas interpretações sobre a temática da moda e suas formas de criar, reexistir e a-bordar o feminino. É uma documentação processual: conceito e técnica em consultoria de imagem e estilo. Uma pesquisa anfíbia. Docência e mercado. Arte e psicanálise. Pesquisa e criação.


A produção é um ato de conclusão metodológico após mais de uma década de trabalho e pesquisa na consultoria de imagem e estilo. Historicamente, este estudo, que agora se faz livro, começou a ser pensado em 2005, sendo transcrito para o papel em 2008, rascunhado em 2015, vivido intensamente na prática entre 2016 e 2018, alinhavado durante todo o ano de 2019, costurado e arrematado entre 2020 e o começo de 2022.


Pensa a relação entre os elementos plásticos do vestuário e o seu uso. Em sua costura, Renata Santiago trabalha as peças de vestuário como uma segunda pele que transforma quem a veste em um sujeito singular, destacando-o por sua diferença. 


O livro possui 10 capítulos e se divide em duas partes; “O conceito” - em que são abordados aspectos do feminino, psicanálise, estilo e da profissão personal stylist e “A técnica” - onde todo o processo da consultoria de imagem é visto de uma forma prática e objetiva.


“No fio do argumento que a autora tece, viceja um sentido de origem: precisamos do outro para construir conosco um caminho. Ao convocar a psicanálise para compor sua visão de mundo e sua escrita, Renata apresenta a profundidade da vida psíquica como uma dinâmica de constantes retornos. Na fonte há incompletude e uma luta constante para reconhecer essa condição de precisarmos do outro, já que a sedução da plenitude narcísica também sabe impor seus laços. Assim como os tecidos, cada vida é composta por múltiplos fios, e é merecedora de uma escuta receptiva. Singularidade, diferença, relação, são palavras potentes no vocabulário deste livro. Em sua proposta de consultoria de imagem, a utilização do conceito de transferência, fundamental à psicanálise, ganha força. Ele tece vínculos com reedições de intimidade e confiança, fala e escuta flutuante, na percepção dos ditos e, sobretudo, do que aflora nos interstícios, texturas, e camadas do que está sendo manifestado.  “Toda mulher deverá criar-se”, diz Renata, anunciando a delicadeza artística do trabalho que oferta fazer.” - Trecho prefácio escrito por Ana Valeska Maia.


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