sábado, 6 de agosto de 2011

Tudo culpa de Eric Clapton



É impressionante as voltas e os nós que essa vida dá
Jura? Eu juro. 
Juro mais ainda que  não consigo crer 100% no acaso, prefiro os astros.
É que não paro de me surpreender,
E que bom, assim seja. 
Mais impressionante ainda é ver o tempo correr
presenciar a roda girando
para frente. 
Ver o que ainda permanece fantasia.
Rir das certezas jogadas ao vento.
Adoro o presente.
Sou louca pelo futuro.
E não desconheço a existência do passado, mas é claro que ele existe; tolos são os que o rejeitam. 
Hoje bateu uma saudade grande das amizades que foram por conta da banal falta de convivência.
Senti falta dos tempos de colégio, de não assistir às aulas de específica para ficar papeando. 
Senti falta da Márcia, da Mayara, dos inúmeros apelidos e histórias mirabolantes que tanto criamos. 
Senti falta até dos dramas, de cantar Numb bem alto me sentindo a criatura mais incompreendida do mundo.
Não que eu ainda não me sinta em tantos outros momentos.
Faltam 30 dias para mais uma etapa
e que etapa. 
Me sinto sortuda, à flor da pele, igual ao vento forte da praia de hoje.
E não paro de pensar, de imaginar, de resolver. 
The reality is the drug of the moment.
Tears in heaven. 
Wonderful tonight.
Confesso, tudo culpa de Eric Clapton e 
de ter o pé esquerdo melancólico e nostálgico. 
Seriam emissões sonoras de baixa frequência?




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