domingo, 13 de março de 2011

Poesia concreta




(1994, Aos 6)


(2000, Aos 12)



(2006, Aos 18)


Venho tendo aquela vontade de escrever esses dias.. tudo o que vem na cabeça. E o pior é que tenho a audácia de achar que tudo merece ser escrito e dito. É bom voltar a pensar nos detalhes com a calma e a paciência de quem sabe que o pensamento e a ação seletiva são importantes para cada detalhe desse que falei.

Meio complicado, meio instintivo. Há muito venho observando vozes e vejo o quanto elas são criativas e dinâmicas. Como não deixar passar aquele sopro e transformá-lo em objeto concreto e visível, seja o vestuário, seja a palavra ou quem sabe a imagem. E fazendo a imagem, se observa com olho clínico: o estilo, a estética, e seja de cores ou de sentido. Quem pensa em cores sabe do que eu estou falando. Me digam vocês.

A estabilidade gera conformação? Saber transpor as fases da vida com sabedoria. Já vi que costumo seguir a poesia concreta, e mesmo sem saber.

Sentido e significado do trabalho. Missão e visão. Valores. Identidade. Biologia da pesquisa. Técnicas do ser. A falta. O falo. A música. A moda. O desafio. O eterno devir. Ética. Necessidade. A limpeza. Psico-sociais. Organização. Crescimento. Experiência. Conhecimento. Caçar a si.





(Aos 24 ... em breve)

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O que sempre tive em comum? O que é meu e pronto? A paixão pela vontade de expressar.

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