sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Cobertura Milão: Alberta Ferretti









Mais do que exclusivamente forma ou modelo, os designers andam investindo mesmo é na mistura e na riqueza da escolha de seus materiais. Não poderia ser diferente, já que a maioria de nós mulheres querem se reiventar a cada novo dia de trabalho, de amor, de vida. Logo, misturar estilos é preciso e necessário diante de tanta informação cotidiana.

Muito me surpreendeu tantas cores fortes e vibrantes no desfile de Alberta Ferretti. As formas austeras, as calças retas.. E as estampas? Até de rachadura de asfalto.. Alberta quis inovar para alcançar novos horizontes, mas sabe que não pode esquecer dos seus vestidos fluidos, nudes, vaporosos e cheios de bordados, pedrarias, tules, sedas, chiffons e transparências.

Assim sendo, explorou as tonalidades de cada cor que escolheu. Tem azul em veludo, azul petróleo, azul cheio de bordado e azul transparente. Tem vermelho sangue, vermelho desbotado e por aí vai. Até o preto entrou para a festa.

A coesão tão explorada pela estilista em suas coleções não foi lá o carro chefe, mas a ideia geral (construção e desconstrução) foi muito bem compreendida e adaptada. Uma prova de que não existem mesmo regras na hora do espetáculo de um desfile de moda: o conjunto final justifica cada parte desenvolvida.

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Vai Fevereiro..


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