segunda-feira, 11 de outubro de 2010

ESPECIAL: Estilo Paris

Preciso começar e terminar com o raciocínio fenomenal da minha Diva-MOR:

"Vá direto ao ponto, não perca tempo fazendo coisas que parecem essenciais para sua vida e o seu trabalho só porque outras pessoas fazem essas coisas." (Coco Chanel)

Assim sendo, preparados para um BIG post ESPECIAL de PARIS? Então, vamos!




Mesmo com a redução significativa na produção de suas peças em confecção assim como do seu poder sobre os outros pólos do mundo da moda, Paris continua sendo referência de um estilo inconfundível: clássico e tradicional.

É fato que no inconsciente de quase todos os estilistas, mora o desejo de ser admirado e reconhecido dentro do circuito de moda francês.



(Givenchy)

Com corte complexo e silhueta dita pura, caracterizada pelo caimento que acompanha os contornos do corpo, o método francês é rigoroso e preza pelo cuidado, fama e qualidade de suas produções.



(Chloé)

Vale ressaltar que os profissionais de moda na França recebem grande apoio do governo na valorização e divulgação da moda local. São oferecidos até subsídios para os costureiros que utilizam mais de 90% de tecidos originalmente franceses em suas coleções.





(Valentino)

Com desfiles teatrias e grandiosos, a cidade tornou-se simplesmente o centro da moda mundial.

Porém, atualmente, sabemos que as grandes maisons francesas de alta-costura encontram-se em visível decadência, por conta de sua inadequação ao uso e preço exorbitante. Assim, muitas contratam estilistas jovens, com personalidade e atitude a fim de renovarem a cara da marca e com isso, impulsionar as vendas do setor.



(Ex: Marc Jacobs para Louis Vuitton)

Paris termina essa temporada fashion (primavera-verão 2011) batendo o pé e deixando claro os estilos oferecidos. De um lado, aquela inquietude típica e com cheiro de rock 'n' roll: uma garota rebelde, que gosta de preto (e de cores), que curte manter o pé no chão e a mente nas alturas. Do outro: um puro estilo lady like, com cara de mais senhora, típico do finalzinho dos anos 1950 (com direito a cintura marcada com cintos finos e o comprimento um pouco acima do tornozelo).

(Chanel)


(Yves Saint Laurent)

A alfaiataria complexa trouxe uma surpresa com inspiração nipônica certeira: respeito e espaço entre o corpo e a roupa. Ou seja, a modelagem oversized dessa vez chegou para ficar. Você curte?


(Celine)


(Dries Van Noten)

A cor dominante sem dúvidas é o azul e o coral. Observamos uma gama diversificada e a beleza da cor contrastada com os diferentes tecidos utilizados. Que tal?





(Elie Saab)

As estampas exibidas em Paris são um espetáculo à parte! Dramáticas e envolventes, elas quase sempre são ornamentais, orgânicas e vivas; fazendo referências diretas a grandes obras de arte.





(Miu Miu)


Destaque para Stella McCartney que sem dúvidas é uma estilista mutante (representante daquela vertente que adora abranger todas as “tendências” vigentes em uma mesma coleção), mas extremamente original.




John Galliano mostrou uma coleção de pegada forte e super diversificada. Como não desejar todos os looks?






A dupla de talentos Viktor & Rolf, como de costume, trouxe boas inspirações conceituais (olha que desconstrução interessante!):




O que seria do humor na moda sem Jean Paul Galtier? Como não respirar Joan Jett através de sua produção altamente imagética? Capaz de falar sobre cultura e comportamento por viés distintos, JPG também usou de maneira brilhante referências e inspirações do movimento plus-size (com direito a Beth Ditto e Crystal Renn arrasando na passarela).





A Balmain é sem dúvidas a marca do momento. Mantendo o bom estilo rocker de outrora, as calças cropped sequinhas e cheias de efeitos de lavagem inovadores são de tirar o fôlego!



(Imagem – MontagemBalmain)

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"QUANTAS PREOCUPAÇÕES DESAPARECEM QUANDO A GENTE SE PREOCUPA NÃO EM SER ALGUMA COISA, MAS EM SER ALGUÉM." (Coco Chanel)

Um beijo e bom feriado, lindos e desejados SEMPRE! ;***

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