segunda-feira, 31 de maio de 2010

Sopro



(Ianna e Lili, Eu e a Gaby, no aniversário de 2 anos da Lili - O seu cachorro também fica louco com chocolate?)

Hoje, enquanto desenhava a minha primeira hipotética futura coleção de jeans, me peguei cantando aquela velha melodia e pensando em qual seria o maior barato da vida, aquilo que pelo menos a desse sentido. Sentimentos como o amor não contam, estive pensando sobre dificuldades e desafios do cotidiano.

Em primeiro lugar, é crucial saber o que se adora. Viver todos os dias dando murro em ponto de faca sem pensar (em nada mais além) não vale a pena. Jamais conseguiria passar o dia apertando o mesmo botão. As opções e possibilidades de se criar o novo e fazer diferente aquilo que é o óbvio é fundamental para mim.

Voltando ao barato da vida.. para mim é saber que tudo é transitório. É não saber ao certo que mistérios escondem o dia de amanhã. É sentir que cada detalhe faz sim uma enorme diferença e finalmente, é pressentir que o que é seu, é seu e ninguém tira.

É simplesmente poder mudar de estratégia, de plano, virar o jogo, tudo mentalmente e você ri sozinho, porque ninguém de fato vai saber o que se passa na sua mente maligna.

As minhas vivências e experiências que tirei de cada uma delas, é o meu tesouro ou meu tormento. É exatamente por isso que existem os complexos, a tal química ou empatia. Baseado no que restou, é assim que verei você e é assim que você ficará.


Fiquem com a música:


I walk a lonely road
The only one that I have ever known
Don't know where it goes
But it's only me and I walk alone

I walk this empty street
On the Boulevard of broken dreams
Where the city sleeps
And I'm the only one and I walk alone

I'm walking down the line
That divides me somewhere in my mind
On the borderline of the edge
And where I walk alone

Boulevard of Broken Dreams
Green Day

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