terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Um ABSURDO CULTURAL!

EVENTO "DE GALA" EM GAZA

O Hamas, organização político-militar que controla a Palestina, foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na faixa dos 25, 30 anos. Já as noivas? A maioria tinha menos de dez anos!



Essa é "só mais uma história" de abuso infantil e torturas refletidas das confusas justificações religiosas e culturais de Gaza. Os casamentos pedófilos do Hamas chegam a envolver crianças de 4 anos! Vale ressaltar que TUDO ISSO QUE ACONTECE é validado pelas leis repugnantes e preceitos religiosos do islamismo
radical.



A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog The last crusade, traduzida com exclusividade no Brasil pelo site De Olho na Mídia com o título "A História Oculta do Mundo: a pedofilia do Hamas". Grandes líderes muçulmanos, inclusive Mahmud Zahar, autoridade suprema do Hamas, foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte da cerimônia, cuidadosamente planejada.



"Nós estamos felizes em dizer que vocês nos trazem alegria e felicidade", falou Zahar aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia. Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas. As garotas na pré-puberdade, vestidas de branco e adornadas com excesso de maquiagem, receberam bouquets de noiva. "Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", falou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.



O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima que existam hoje no mundo 51 milhões de noivas infantis, quase todas em países muçulmanos.


No Egito, quase 30% destas pequenas noivas são castigadas regularmente e molestadas por seus maridos. Na Jordânia, mais de 26% sofrem abuso similar.

De acordo com a UNICEF, todo ano três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais. A prática da pedofilia teria base e apoio do islã, pelo menos é o que mostra sua leitura mais extrema e radical.

O livro "Sahih Bukhari", de doutrinas islâmicas (além do Corão), em seu quinto capítulo, relata que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas aconteceram aos nove. O período de espera não teria sido por causa da pouca idade da menina, mas devido a uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda.


Aiatolá Khomeini, um dos mais conhecidos tiranos religiosos deste século, em várias oportunidade defendeu a prática da pedofilia: ”Um homem pode ter prazer sexual com uma criança tão jovem quanto um bebê, porém, sem penetração. Sodomizar a criança é permitido. Se um homem penetrar e machucar a criança no ato sexual, ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A menina, entretanto, não fica incluída entre as quatro esposas permanentes do marido. (...) O homem também não poderá se casar com a irmã da garota. (...) É melhor que uma menina se case no período em que ela vai começar a menstruar para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. (...) Todo pai que casar sua filha na idade jovem terá assegurado para si um lugar permanente no céu".


E aí? O que podemos fazer? Agradecer que nascemos aqui? É uma questão cultural? Fazemos pior? Fazemos melhor?

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